domingo, 8 de novembro de 2015

Stabbedinbed

What do scares me the most?
wake up with a cold pain,
intertwined in sheets
and not in your warm arms and lips.

Hoping for a long lost ride that are my nowdays
painfull days!
Why?...
Step inside to see more about this bothering
and attached piercing thoughts

The worst is beeing able to know that's all in my head
unfourtunately I always try to crawl to reality
but it's not that easy when you see HIM all the time

Have I lost my mind?
The ones around me always says "this is passion, it will be over soon!"
Still saying it to myself for so long!
I can't afford anymore all of this suffer
but the cicle... it's endless...

There is no meaning in this delicious and remarkable
feelings!
it's like holding an ember with a snowstorm howling inside myself
Yeah! you feel the cold inside because it's not real
and feel burning outside because it must be real!

I feel miserable sometimes...
I cry inside, because we're not mean to be together
I build myself powerful to break the inner cry
creating and pretending all the time
faking powers and stories

But in the end I back to the lack of you
not of your real you
but my real you!

It's so real when I dream about you and I...
but it's real!
I'm always beeing stabbed by regreat
And healed with your body and soul to the end of the dream!

As in dreams as in reality...
what's the difference?
I suspect that in reality we've never kissed
and in dreams I never knew you!


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

HeArT Stopping

I have awaken from the long last slumberless
So my thoughts were undone
My ending is no longer a dream
Standing alone is the only way to never bleed - again (repeat it till it's under my skin)
.
.
.
.
I see the empty side of the bed
As a melacholic dream
Crying again pleases me no more
Do I ever wanted to belive?
Even when I'm cracked?
This is the perfect moment to unite myself
To regain our control
To freeze the ashes of a soul
.
.
.
.
.
The closest ones may suffer
I may bury the past deep
And with all my humanity too 
I will trade blood for coldness
to build a stopping heart
.
.
.
.
.
Once in a time someone will wake me
I hope... but it doesn't matter anymore
.
.
.
.
.
For all those others, my fairwell
I got no sorry anymore for my piercing look
As you all desapear I will know loneliness
.
.
.
.
.
A note for myself:
"Kill the lights when it's dark outside,
to pretend you are not here
out of space and out of time
conquer my brightest dream
to perform my ultimate requiem
and finaly live.......for ever!"

terça-feira, 30 de junho de 2015

Como tudo irá começar!

Teoria da unidade indivisível do universo


Agradeço aos companheiros de vida que jamais me entenderam por completo e aos que tentaram e continuam tentando.

Prefácio

De onde viemos? Para onde vamos?
Em dúvida eu lhes digo que sempre existimos e sempre existiremos. Não há nada de espiritual ou mágico em imaginar o universo da maneira que irei explicar.
Dentro desta obra irei indagar sobre fatos que sabemos, sobre a existência, e todos os outros se seguirão com apresentações de pura indagação e dúvida sobre o que seria a realidade e o poquê da consciência humana.
Sem mais delongas, este post contém a seguir o primeiro capítulo dessa série de anotações sobre pensamentos conexos e desconexos que talvez façam sentido algum dia.


CAPÍTULO PRIMEIRO

A existência sempre existiu? Não importando de imediato a resposta dessa pergunta, mas olhando para o cosmos e também para os átomos, vemos diferenças e semelhanças tamanhas que não conseguimos explicar por completo.
Tecnicamente desenvolvemos a curiosidade sobre o que nos rodeia e o que podemos conquistar para a humanidade. O ponto ao qual quero chegar é a face desconexa da existência, ao mesmo tempo que encontramos ordem e caos em absolutamente tudo, nada pode ser realmente definido! A desconstrução de todos (ou a maioria deles) os conceitos sobre nós e sobre o que sabemos sobre o universo ao nosso redor, traz à tona o desconexo argumento do universo. Se não existíssemos não haveria nada que construímos. A grande sacada do universo é que nada foi criado e sim redefinido pela própria consciência da matéria e pelo universo inconsciente.
Abro este livro com a seguinte afirmação: "A consciência humana nada mais é que a matéria do universo refletindo e aprendendo consigo mesma e nada mais".
A partir disso podemos nos despojar de qualquer conceito ou paradigma definido por nós, humanos, pois pensado além da vida da consciência, tudo literalmente é matéria se transformando.
Os seres humanos dizem que suas grandes "façanhas" são necessárias. Discordando quase completamente deste argumento, digo que a super valorização da consciência que, de alguma forma alguém no planeta deve ter pensado da mesma maneira que eu, intuitivamente nos credita à tentativa de dominar o ambiente ao nosso redor, sendo tudo isso IRRELEVANTE para o universo. Partindo do pressuposto de que infelizmente não somos capazes de definir muitas coisas sobre o universo, venho lhes instigar a pensar sobre algumas coisas como "ser feliz" faz algum sentido? Construir, conquistar, amar têm qualquer sabor sabendo que incontáveis seres humanos existiram antes de nós, com consciência e tudo mais, mas que o amor de uma mãe pelo seu filho que não teve filhos se perdeu no universo devido a ela não possuir herdeiros?
A partir disso podemos tentar pensar sobre as reais intenções da matéria consciente!
Primeiro: Imortalidade da razão.
Segundo: Dominação universal.
Terceiro: Criar mundos paralelos.
Existem outras muitas intenções da consciência mas nos deteremos às essas 3 neste capítulo.
A imortalidade da razão significa que a matéria consciente quer manter a existência de algo que não é material, a ideia, a emoção, os valores... dentre outras mil coisas que se baseiam em uma razão lógica mesmo que extremamente complexa e ainda não decifrada por nós.
A dominação universal é a consumação do pensamento de que existe algo que devemos sempre conquistar e alcançar "para o nosso bem", sendo este argumento uma simples manifestação da consciência atentando contra o próprio universo, tentando descobrir maneiras de realizar suas intenções, e este "progresso" nos leva a caminhos que são puramente indefinidos de razão final, existem por simples manifestação da consciência, assim como explosões cósmicas e mortes de estrelas no universo.
Criar mundos paralelos significa que a consciência tem a intenção de parametrizar a realidade e moldá-la à sua necessidade, como por exemplo: Religiões e crenças não são nada mais que a criação de um universo que é necessariamente indefinido, onde existe uma confiança em algo que lhes trará conforto psicológico e motivos para desenvolver uma vida quase completamente paralela à realidade. A trama criada pela consciência para que não reflitamos além de milagres e objetivos divinos suporta o potencial racional da maioria dos seres humanos, o que torna a existência um pouco mais simples ou um pouco complexamente banal, no ponto de vista do universo já que de fato não temos evidencias de deuses ou espíritos que controlam e criaram o universo. Esclareçamos logo que o ponto de vista do universo é o mesmo e sempre foi o mesmo: INDEFINIDO, não há como dizer se o universo detém características humanas, então não há como limitar seu ponto de vista com uma palavra que tem um punhado de significados.
Além da criação de mundo paralelos, estes se encontram e se chocam, produzindo lógicas parcialmente válidas ou completamente desconexas. Por exemplo, na criação da crença budista a sociedade não era tão abrangente em todos os seus aspectos, e mesmo assim este mundo paralelo do budismo e o mundo paralelo da sociedade se chocaram tantas vezes que, ao longo do tempo, ambas as realidades vêm se transformando e se adaptando uma à existência da outra. 
Todas as realidades paralelas criadas pela consciência possuem o objetivo de consumar suas intenções, mesmo que artificialmente.
Apesar da consciência, no nosso planeta, existir somente nos humanos, outras especies de seres vivos possuem realidades rudimentares que são praticamente as mesmas, com diferenças definidas simplesmente pela genética e o meio ambiente que o cerca.
Então podemos dizer de alguma forma ao final deste capítulo que não há consciência que sobreponha o universo, somente dúvidas nos cercam e a busca pela certeza só é valida se conscientemente soubermos que ela é ARTIFICIAL.
"Nossos pensamentos, emoções e crenças são como o raiar do sol, a chuva, o vento e talvez até uma explosão galática, cada coisa em sua escala mas, todas elas, expressões universais."


sexta-feira, 17 de abril de 2015

E as forças universais?

CAPÍTULO SEGUNDO

"Então a maçã CAIU sobre sua cabeça". Independente da visão humana, existem forças no universo que podem ser observadas e nunca cem por cento definidas.
Não sabemos como elas funcionam em todas as situação, como por exemplo, o comportamento da luz. Esta se comporta, em indeterminados momentos, como onda e partícula certo?
Então volto a afirmar a dualidade de todas as características do universo. Porém, as forças universais como a gravidade podem ser menos indefinidas, pois ilusão ou não, suas manifestações possuem poucas variações observáveis por nós seres humanos.
No entanto se a consciência é uma manifestação universal de auto reflexão e aprendizagem, provavelmente existe um "fluxo" que devemos seguir como fenômenos. Alguns podem dizer que seria a "missão" de nossa existência.
Concordando parcialmente com esta afirmativa, acabamos confundidos e tendemos a dominar e definir a intenção do universo, o que pode distorcer um pouco a situação do raciocínio aqui exposto.
O objetivo é não cair em nenhuma construção humana de conhecimento e basear-se somente no empírico e especulável. Porém, sempre induzindo o pensamento à neutralidade.
Completando a estrutura necessária para que se abram novas idéias sobre o universo e a importância de nossa existência (se é que existe alguma) devemos nos ater ao princípio de que nada no universo se comportará de uma maneira só ou só da maneira que conseguimos observar.
Esta ausência de completa certeza sobre tudo que existe, não necessariamente, nos afasta dos objetivos artificiais de nossas vidas cotidianas, pois pensamos, refletimos e aprendemos, então, as forças que agem dentro de nossos corpos e que movem a parte física da consciência são o próprio universo dentro do universo. Somos feitos de "grandes galáxias" que se conectam e permitem a interação com o próprio cosmos inconsciente.
Como definir o que é igual e o que é diferente entre os processos subatômicos de nossos corpos, desde nosso nascimento até nossa fatídica morte, e os processos galáticos imperceptíveis em mesmo grau? A resposta é simples, a limitação humana de percepção, que cada vez mais se contradiz, é o que nos conecta e assemelha-nos aos processos que acontecem no cosmos.
Esta semelhança é simplesmente teórica e refutável a qualquer momento.
No entanto há pequenas, porém, esperançosas tentativas humanas de disfarçar o ponto no qual nos encontramos dentro do ciclo universal.

Figura 1
A Figura 1 é nada mais que uma abstração simbólica do ciclo do universo. Visto que esta figura só pode ser completamente interpretada tridimensionalmente, proponho a seguinte afirmação: "A manifestação da consciência humana se encontra na parte central, entre as duas faixas da figura, e assim, tudo que compreendemos possui no mínimo duas dimensões ou dois "lados" indefinidos e infinitamente observáveis. O inicio e o fim não existem, mas o encontro entre o fluxo do fenômeno da consciência e os fenômenos da parte física da consciência, juntamente com os fenômenos do universo inconsciente, criam as três dimensões!"
Com esta afirmação, qualquer ser vivo existe em três dimensões, porém somente a matéria consciente compreende e coexiste com esta afirmação.
Além da relação simbólica entre as dimensões aqui propostas, existe ainda mais uma indagação que mantém o seguinte pensamento:"E se um evento aleatório estiver conectado ao início da formação de um outro universo...?" A percepção humana que define as camadas observáveis como por exemplo:  energia - átomo - proteína - célula - órgão - corpo - sociedade micro - sociedade macro - cidade - estado - país - continente - mundo - etc etc etc... e assim até o universo, nos posiciona um pouco acima dos seres sem consciência devido à maior "visão" e "observação" do alcance de nossos olhos e conhecimentos. E nada mais ! Então, quem sabe, simplesmente ainda não conseguimos ver as curvas do ciclo universal ? O ciclo de vida e morte de um ser talvez esteja não em um ciclo, mas sim na representação feita por este simbolo. Agora, imagine a existência de outras dimensões e universos. Ainda assim pode-se visualizar no simbolo como uma ampulheta tridimensional na horizontal. Fatiando infinitamente sua superfície, teremos infinitos universos em dimensões paralelas. 
Mas porque somente a consciência esta no encontro da linhas?
Porque apesar da figura ter em sua forma partes com duas e três dimensões (não se sabe onde começa a terceira dimensão e onde começa a parte que possui somente duas dimensões) os seres vivos que não possuem consciência seguem o fluxo sem tentar ver em qual dimensão se encontram. Sendo assim, irrelevante a eles e a nós pensar sobre em qual dimensão eles vivem pois a consciência nos ajudaria a localiza-los nesta figura e como ela não existe, é indefinido seu posicionamento.
Explicando o que penso, nossa localização nesta figura segue a seguir.
Primeira dimensão: Universo físico intrínseco dos seres vivos.
Segunda dimensão: Fenômeno da Consciência
Terceira dimensão: Universo inconsciente. 
As dimensões são representadas pelas linhas e o centro no encontro entre elas, existe provavelmente um espaço meramente ilustrativo, mas que (coincidentemente ou não) completaria as possíveis manifestações do universo que aqui definimos como a consciência.
A consciência novamente esta associada a fenômenos empiricamente irreconhecíveis, mas que fazem parte de uma das manifestações do universo.
Então concluo este capítulo com a seguinte frase:"A importância da consciência de alguns seres vivos implica em uma dimensão complementar, a cada nova dimensão fatiada,onde há fluxos de manifestações e eventos universais. E a cada dimensão nova pode em tese possuir três dimensões intrínsecas". 

sexta-feira, 13 de março de 2015

Efforts of sorrow

In the begining was the light.
in my childhood, my dreams weren't too clear
But my nails.. OH! my nails
the dream of a leopard was not but been in jungle
and then the change becomes true awaiting for me in the next travel
.
.
.
At the very momment I arrive, my passions for freedom became ashes
Burnt by social cage in infinite ways of hurt and fears
And then my actual friends and enemies became one or - I don't exactly know-many.
The storm and the flood I watched so inspired
But it wasn't easy to me to say but just to incarnate
.
.
.
Further then comes the - I don't know if it was meant to be haunted by me or it was haunted before-
Haunted place
As the time pass my new fears were mixed with all the new "freedom"
-actuly it wasn't freedom cause I've changed-
and whatever remains, was the stigma that I've never been able to judge - or assume that it was mine or not-
discovering all the socials things I solified, with the powers of nature - that I fully understand- a new part of me.And it comes to fuse my core with the caos of the storm and the order of society
.
.
.
Placing myself in top of all things, questioning all the matters of all things
I began the travel to the deep madness
But something happened to my beeing.
Something that I could not bring to myself.
About this thing, I've tried to change!
I don't realy know the name of this thing
some call it Love
But in my world it never had a name
...whatever!!!!
.
.
.
After all this things my blood began to runs colder as the "Love" was fading
Curse or not I didn't realy choose it to came to me.
Maybe it was just a natural order to this happen
I knew I was pretty but, all that suffering after all?
Could I bring to myself some balace?
unfortunely NO!
what was spinning inside of me before, started again but faster than before
I've became smarter so the spinning too
.
.
.
The cuts began to hurt beyond my mind
and the chaos chooses me.
In response, I've gown a grater pathern of social behavior
but while it was happening, my body sank in a sea without a shore
the shards of my mind were scattered and the melancholy took it's place
I knew it would last longer than I could count
.
.
.
Some come to help but the first ones were the ones who partialy doomed me
But the others were hurted so deeply that they choose to desapear
But not in my world... in my world they only sleep
The time to choose came to me as the infernal question
I would tell about it, but until nowdays remembering that question stings me so deeply!
it doesn't matter anymore!
I have made my choice so I'm alive
.
.
.
Now oscilating between deep black and brightest withe
My body changed so much and my mind became so dizzy
I was neither right and wrong
Now I don't realy know who I am 
But it doesn't botter me anymore
I don't realy need to know
Placing doubts are my best hobby
with theories and knowledges
new ideas to decive and recruit
friends and enemies puppets and new born minds
Thats me the THE DEADLY EQUILIBRIST!
.
.
.
I require your attention for the sake of you own mind
don't approach or you shall be out of line!!!