CAPÍTULO SEGUNDO
"Então a maçã CAIU sobre sua cabeça". Independente da visão humana, existem forças no universo que podem ser observadas e nunca cem por cento definidas.
Não sabemos como elas funcionam em todas as situação, como por exemplo, o comportamento da luz. Esta se comporta, em indeterminados momentos, como onda e partícula certo?
Então volto a afirmar a dualidade de todas as características do universo. Porém, as forças universais como a gravidade podem ser menos indefinidas, pois ilusão ou não, suas manifestações possuem poucas variações observáveis por nós seres humanos.
No entanto se a consciência é uma manifestação universal de auto reflexão e aprendizagem, provavelmente existe um "fluxo" que devemos seguir como fenômenos. Alguns podem dizer que seria a "missão" de nossa existência.
Concordando parcialmente com esta afirmativa, acabamos confundidos e tendemos a dominar e definir a intenção do universo, o que pode distorcer um pouco a situação do raciocínio aqui exposto.
O objetivo é não cair em nenhuma construção humana de conhecimento e basear-se somente no empírico e especulável. Porém, sempre induzindo o pensamento à neutralidade.
Completando a estrutura necessária para que se abram novas idéias sobre o universo e a importância de nossa existência (se é que existe alguma) devemos nos ater ao princípio de que nada no universo se comportará de uma maneira só ou só da maneira que conseguimos observar.
Esta ausência de completa certeza sobre tudo que existe, não necessariamente, nos afasta dos objetivos artificiais de nossas vidas cotidianas, pois pensamos, refletimos e aprendemos, então, as forças que agem dentro de nossos corpos e que movem a parte física da consciência são o próprio universo dentro do universo. Somos feitos de "grandes galáxias" que se conectam e permitem a interação com o próprio cosmos inconsciente.
Como definir o que é igual e o que é diferente entre os processos subatômicos de nossos corpos, desde nosso nascimento até nossa fatídica morte, e os processos galáticos imperceptíveis em mesmo grau? A resposta é simples, a limitação humana de percepção, que cada vez mais se contradiz, é o que nos conecta e assemelha-nos aos processos que acontecem no cosmos.
Esta semelhança é simplesmente teórica e refutável a qualquer momento.
No entanto há pequenas, porém, esperançosas tentativas humanas de disfarçar o ponto no qual nos encontramos dentro do ciclo universal.
Esta semelhança é simplesmente teórica e refutável a qualquer momento.
No entanto há pequenas, porém, esperançosas tentativas humanas de disfarçar o ponto no qual nos encontramos dentro do ciclo universal.
Figura 1
A Figura 1 é nada mais que uma abstração simbólica do ciclo do universo. Visto que esta figura só pode ser completamente interpretada tridimensionalmente, proponho a seguinte afirmação: "A manifestação da consciência humana se encontra na parte central, entre as duas faixas da figura, e assim, tudo que compreendemos possui no mínimo duas dimensões ou dois "lados" indefinidos e infinitamente observáveis. O inicio e o fim não existem, mas o encontro entre o fluxo do fenômeno da consciência e os fenômenos da parte física da consciência, juntamente com os fenômenos do universo inconsciente, criam as três dimensões!"
Com esta afirmação, qualquer ser vivo existe em três dimensões, porém somente a matéria consciente compreende e coexiste com esta afirmação.
Além da relação simbólica entre as dimensões aqui propostas, existe ainda mais uma indagação que mantém o seguinte pensamento:"E se um evento aleatório estiver conectado ao início da formação de um outro universo...?" A percepção humana que define as camadas observáveis como por exemplo: energia - átomo - proteína - célula - órgão - corpo - sociedade micro - sociedade macro - cidade - estado - país - continente - mundo - etc etc etc... e assim até o universo, nos posiciona um pouco acima dos seres sem consciência devido à maior "visão" e "observação" do alcance de nossos olhos e conhecimentos. E nada mais ! Então, quem sabe, simplesmente ainda não conseguimos ver as curvas do ciclo universal ? O ciclo de vida e morte de um ser talvez esteja não em um ciclo, mas sim na representação feita por este simbolo. Agora, imagine a existência de outras dimensões e universos. Ainda assim pode-se visualizar no simbolo como uma ampulheta tridimensional na horizontal. Fatiando infinitamente sua superfície, teremos infinitos universos em dimensões paralelas.
Além da relação simbólica entre as dimensões aqui propostas, existe ainda mais uma indagação que mantém o seguinte pensamento:"E se um evento aleatório estiver conectado ao início da formação de um outro universo...?" A percepção humana que define as camadas observáveis como por exemplo: energia - átomo - proteína - célula - órgão - corpo - sociedade micro - sociedade macro - cidade - estado - país - continente - mundo - etc etc etc... e assim até o universo, nos posiciona um pouco acima dos seres sem consciência devido à maior "visão" e "observação" do alcance de nossos olhos e conhecimentos. E nada mais ! Então, quem sabe, simplesmente ainda não conseguimos ver as curvas do ciclo universal ? O ciclo de vida e morte de um ser talvez esteja não em um ciclo, mas sim na representação feita por este simbolo. Agora, imagine a existência de outras dimensões e universos. Ainda assim pode-se visualizar no simbolo como uma ampulheta tridimensional na horizontal. Fatiando infinitamente sua superfície, teremos infinitos universos em dimensões paralelas.
Mas porque somente a consciência esta no encontro da linhas?
Porque apesar da figura ter em sua forma partes com duas e três dimensões (não se sabe onde começa a terceira dimensão e onde começa a parte que possui somente duas dimensões) os seres vivos que não possuem consciência seguem o fluxo sem tentar ver em qual dimensão se encontram. Sendo assim, irrelevante a eles e a nós pensar sobre em qual dimensão eles vivem pois a consciência nos ajudaria a localiza-los nesta figura e como ela não existe, é indefinido seu posicionamento.
Explicando o que penso, nossa localização nesta figura segue a seguir.
Primeira dimensão: Universo físico intrínseco dos seres vivos.
Segunda dimensão: Fenômeno da Consciência
Terceira dimensão: Universo inconsciente.
As dimensões são representadas pelas linhas e o centro no encontro entre elas, existe provavelmente um espaço meramente ilustrativo, mas que (coincidentemente ou não) completaria as possíveis manifestações do universo que aqui definimos como a consciência.
A consciência novamente esta associada a fenômenos empiricamente irreconhecíveis, mas que fazem parte de uma das manifestações do universo.
Então concluo este capítulo com a seguinte frase:"A importância da consciência de alguns seres vivos implica em uma dimensão complementar, a cada nova dimensão fatiada,onde há fluxos de manifestações e eventos universais. E a cada dimensão nova pode em tese possuir três dimensões intrínsecas".

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