terça-feira, 30 de junho de 2015

Como tudo irá começar!

Teoria da unidade indivisível do universo


Agradeço aos companheiros de vida que jamais me entenderam por completo e aos que tentaram e continuam tentando.

Prefácio

De onde viemos? Para onde vamos?
Em dúvida eu lhes digo que sempre existimos e sempre existiremos. Não há nada de espiritual ou mágico em imaginar o universo da maneira que irei explicar.
Dentro desta obra irei indagar sobre fatos que sabemos, sobre a existência, e todos os outros se seguirão com apresentações de pura indagação e dúvida sobre o que seria a realidade e o poquê da consciência humana.
Sem mais delongas, este post contém a seguir o primeiro capítulo dessa série de anotações sobre pensamentos conexos e desconexos que talvez façam sentido algum dia.


CAPÍTULO PRIMEIRO

A existência sempre existiu? Não importando de imediato a resposta dessa pergunta, mas olhando para o cosmos e também para os átomos, vemos diferenças e semelhanças tamanhas que não conseguimos explicar por completo.
Tecnicamente desenvolvemos a curiosidade sobre o que nos rodeia e o que podemos conquistar para a humanidade. O ponto ao qual quero chegar é a face desconexa da existência, ao mesmo tempo que encontramos ordem e caos em absolutamente tudo, nada pode ser realmente definido! A desconstrução de todos (ou a maioria deles) os conceitos sobre nós e sobre o que sabemos sobre o universo ao nosso redor, traz à tona o desconexo argumento do universo. Se não existíssemos não haveria nada que construímos. A grande sacada do universo é que nada foi criado e sim redefinido pela própria consciência da matéria e pelo universo inconsciente.
Abro este livro com a seguinte afirmação: "A consciência humana nada mais é que a matéria do universo refletindo e aprendendo consigo mesma e nada mais".
A partir disso podemos nos despojar de qualquer conceito ou paradigma definido por nós, humanos, pois pensado além da vida da consciência, tudo literalmente é matéria se transformando.
Os seres humanos dizem que suas grandes "façanhas" são necessárias. Discordando quase completamente deste argumento, digo que a super valorização da consciência que, de alguma forma alguém no planeta deve ter pensado da mesma maneira que eu, intuitivamente nos credita à tentativa de dominar o ambiente ao nosso redor, sendo tudo isso IRRELEVANTE para o universo. Partindo do pressuposto de que infelizmente não somos capazes de definir muitas coisas sobre o universo, venho lhes instigar a pensar sobre algumas coisas como "ser feliz" faz algum sentido? Construir, conquistar, amar têm qualquer sabor sabendo que incontáveis seres humanos existiram antes de nós, com consciência e tudo mais, mas que o amor de uma mãe pelo seu filho que não teve filhos se perdeu no universo devido a ela não possuir herdeiros?
A partir disso podemos tentar pensar sobre as reais intenções da matéria consciente!
Primeiro: Imortalidade da razão.
Segundo: Dominação universal.
Terceiro: Criar mundos paralelos.
Existem outras muitas intenções da consciência mas nos deteremos às essas 3 neste capítulo.
A imortalidade da razão significa que a matéria consciente quer manter a existência de algo que não é material, a ideia, a emoção, os valores... dentre outras mil coisas que se baseiam em uma razão lógica mesmo que extremamente complexa e ainda não decifrada por nós.
A dominação universal é a consumação do pensamento de que existe algo que devemos sempre conquistar e alcançar "para o nosso bem", sendo este argumento uma simples manifestação da consciência atentando contra o próprio universo, tentando descobrir maneiras de realizar suas intenções, e este "progresso" nos leva a caminhos que são puramente indefinidos de razão final, existem por simples manifestação da consciência, assim como explosões cósmicas e mortes de estrelas no universo.
Criar mundos paralelos significa que a consciência tem a intenção de parametrizar a realidade e moldá-la à sua necessidade, como por exemplo: Religiões e crenças não são nada mais que a criação de um universo que é necessariamente indefinido, onde existe uma confiança em algo que lhes trará conforto psicológico e motivos para desenvolver uma vida quase completamente paralela à realidade. A trama criada pela consciência para que não reflitamos além de milagres e objetivos divinos suporta o potencial racional da maioria dos seres humanos, o que torna a existência um pouco mais simples ou um pouco complexamente banal, no ponto de vista do universo já que de fato não temos evidencias de deuses ou espíritos que controlam e criaram o universo. Esclareçamos logo que o ponto de vista do universo é o mesmo e sempre foi o mesmo: INDEFINIDO, não há como dizer se o universo detém características humanas, então não há como limitar seu ponto de vista com uma palavra que tem um punhado de significados.
Além da criação de mundo paralelos, estes se encontram e se chocam, produzindo lógicas parcialmente válidas ou completamente desconexas. Por exemplo, na criação da crença budista a sociedade não era tão abrangente em todos os seus aspectos, e mesmo assim este mundo paralelo do budismo e o mundo paralelo da sociedade se chocaram tantas vezes que, ao longo do tempo, ambas as realidades vêm se transformando e se adaptando uma à existência da outra. 
Todas as realidades paralelas criadas pela consciência possuem o objetivo de consumar suas intenções, mesmo que artificialmente.
Apesar da consciência, no nosso planeta, existir somente nos humanos, outras especies de seres vivos possuem realidades rudimentares que são praticamente as mesmas, com diferenças definidas simplesmente pela genética e o meio ambiente que o cerca.
Então podemos dizer de alguma forma ao final deste capítulo que não há consciência que sobreponha o universo, somente dúvidas nos cercam e a busca pela certeza só é valida se conscientemente soubermos que ela é ARTIFICIAL.
"Nossos pensamentos, emoções e crenças são como o raiar do sol, a chuva, o vento e talvez até uma explosão galática, cada coisa em sua escala mas, todas elas, expressões universais."


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