sábado, 2 de novembro de 2013

Can't (Letra)

Can't
(intro)
Come over i'll tell you a story
Of lurking senses beyond
The feeling of an extra bum

Can't you see the void between the voices?
Can't you smell and taste the sadness between my feelings?
Can't you help yourself but fall for the dark?
Can't you stay stay stay?

And I... whenever open my eyes I can't see
And you... whatever is your taste I need you to put
Your eyes wide closed, your mouth wide shouted
To take your own bliss from the void.

The pain will someday go away
With time by the way
You all would bury me someday
So write anyway what I'll say

Can't you see the void between the voices?
Can't you smell and taste the sadness between my feelings?
Can't you help yourself but fall for the dark?
Can't you stay stay stay?

So in the end I can't pretend to be
Whom ever my heart wants to see
To eternity and ever my void will you all always be!


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A detentora

E então, no abismo em que se encontra, ela mal se lembra de qual nome teria dado a sí mesma antes do dado incidente. O importante a ressaltar é: o pavor a que esta destinada.
Agora ela partiu do sufocamento da luz que incidia sobre seu corpo... seu numero sete gravado no peito e andando por sobre os caminhos agora obsoletos, os detalhes ornamentados e intimas criaturas desviam seus olhares, corpos e aromas de sua repugnante presença.
Um momento de duvida é o bastante para avaliar a situação... de sofrer nada mais valeria, mas de nada mais valer; nada mais viverei? Um unico e certeiro pensamento escarlate arde o coração revelando a escolha terrivel que havia feito... "Sem luz, sem dor, sem amor, pela vida a passar por entre as unhas sussurrar o vazio e a escuridão"
Oh! quão lamentável sua agonia se estende. Os prantos seriam mais adequados quando corridos pela face? Ou espalhados como praga virulenta através de suas veias até chegar aos seus abismos mais profundos e aos cumes soberanos de teu ser? Duvida.... duvida.
Permanecer em duvida jamais traria algo de volta ou prosseguiria logo para as consequencias. Apesar de ansiar pelo fim, ela enfrenta o medo da fria vida que lhe espera, a qual encontra sempre, ao cruzar a linha do horizonte dos sonhos para sua realidade fatídica.
Não há como parar este rodopio, esta palidificação do corpo e da alma, essa valsa macabra com o tempo-principe irredutivel e implacavel.
Ainda assim ela diz a si mesma que vive apesar de nada sentir. Portanto eu pergunto: "Quais são suas intenções posteriores, pois ao redor de tú só revelam-se dores do caminhar até mim?"
O silencio très bien madame agora revelou-se o futuro. Pretendes devagar com as tempestades de seu proprio oceano, tangir graciosamente o rosto dos ventos que te levarão à carruagens pelo que te resta de prima incolor-vida. E calada valsarás com o tempo, até que seu par e concubino final, venha lhe buscar para que descanses ao som da bela musica que compunhas em tuas juventudes jamais esquecidas e eternamente vividas.

"- Concede-me essa dança?"