É um vilarejo ordinário com pessoas ordinárias trabalhando suas vidas e crescendo seus filhos.
Essa é Vetrénis um passo de cada vez, a felicidade exultada nas saudações matinais! Há nela um governo, ordem e poucas desordens. Desordens escondidas por inocências eloquentes e importantes para seu equilíbrio.
Em Vetrénis, um jovem especialmente luminoso em sua família aguarda o falecimento do pai para adentrar às responsabilidades comunais.
Possuindo 27 invernos completos entende ignorantemente sua situação e certezas imaturas calam mistérios... e que inconvenientes mistérios.
Deslizando por entre mistérios vagam todos em Vetrénis... sem se importar, pois a paz reina "e o que mais podem desejar?".
Luchen, o jovem próspero, brevemente irá se unir a Ophelia, uma integra moça com os mesmos invernos, vigilante dos deveres de uma mulher, saudosamente exemplar diante da sociedade e apoio básico para Luchen.
Com os ventos e o florescer chegando, assim caiu a ultima pétala do tempo de seu pai. A ultima flor a morrer na primavera e o florescer de Luchen. Quatro luas se passaram até os votos de união serem proferidos em alta voz; e a festa iluminada pelo sol se estendeu até a alta lua cheia daquele dia.
Felizes! Ophelia deixou sua família para trás e abraçou Luchen como quando alguém que se refestela de prazer ao sentir-se útil em seu próprio destino. Luchen embriagado de tristeza pela partida de seu pai e feliz por sua nova vida, não se permite reluzir trevas ou luz.
Então Ophelia, indaga:
- Dize-me como estás senhor! Compartilhe seu fado ou vinho comigo! Tenho sede de teus pensamentos e fome de teus agouros. Grite em minha presença, pois sei que não somos feitos de paz completa!
Sem assombro, mas de expressão a suplantar os anseios de Ophelia ele diz:
- Somos paz! Para efeito de um senhor como eu, somos paz! Não há o que proferir contra algo natural e inevitável!... A certeza de algo melhor me conforta e combate minha insolência em desejar que meu pai permaneça perene entre nós, isso seria até desvirtuoso e infame.
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